3,2,1, olá
Calça de moletom, cabelo preso, bocejos e hálito de vinho.
O mundo festeja a sua chegada, é um grande fardo
E pensar que eu sei que ele queria mas que ele não sabe que o que ele queria ele poderia ter já que eu também quero com hálito de vinho agora.
Teu irmão some enquanto eu o vejo, dentre as grades, queimar em vermelho verde e amarelo
Aonde será que ele está?
Teu irmão problemático, acometido, depressivo alcólatra
No meu poema nós usávamos máscaras, para que você me amasse por teu concreto desejo, e eu te amaria em outra fantasia, menos dolorida, menos errada.
Estruturado pela realidade inconsiderável, pela confusão mental que quando ordenada doeu muito e pela raiva daquele. Depois, pela falta de tempo, pela falta de amor, pela falta de ar.... e no fim, de palavra também só que do outro, que faz doer de novo paralelamente a tudo e aqui.
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não sei mais o que escrever para Vc, feliz ano novo.
Já para vc: eu sei que ausento confetes, me faltam serpentinas e não me visto com a classe que esperas, mas apesar das minhas feições ainda sombreadas pelo teu irmão, acredite, eu lhe saúdo.
